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EM - ARTIGO DE OPINIÃO - PROIBIÇÃO DO CELULAR NAS ESCOLAS
ARTIGO DE OPINIÃO - EM
O USO DO CELULAR EM SALA DE AULA
ARTIGO DE OPINIÃO – ID: JSS
Texto
I
O artigo 205 da
Constituição Federal estabelece que “a educação é um direito de todos e dever
do Estado e da família, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo
para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Nesse
contexto, o uso indiscriminado de celulares nas escolas pode ser visto como um
fator que prejudica o desenvolvimento integral dos estudantes, interferindo em
sua concentração e aprendizado.
SIQUEIRA, Ana Paula.
https://www.conjur.com.br/2024-nov-22/pros-e-contras-a-luz-da-legislacao-brasileira-sobre-a-proibicao-do-uso-de-celulares-nas-escolas/.
Acesso em 1 fev.2025.
Texto
II
Lei Federal
15.100, de 13-1-2025 – Art. 1º Esta Lei tem por objetivo dispor sobre a
utilização, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais,
inclusive telefones celulares, nos estabelecimentos públicos e privados de
ensino da educação básica, com o objetivo de salvaguardar a saúde mental,
física e psíquica das crianças e adolescentes.
Parágrafo único.
Para fins desta Lei, consideram-se sala de aula todos os espaços escolares nos
quais são desenvolvidas atividades pedagógicas sob a orientação de
profissionais de educação.
Art. 2º Fica
proibido o uso, por estudantes, de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais
durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas, para todas as etapas da
educação básica.
§ 1º Em sala de
aula, o uso de aparelhos eletrônicos é permitido para fins estritamente
pedagógicos ou didáticos, conforme orientação dos profissionais de educação.
§ 2º Ficam
excepcionadas da proibição do caput deste artigo as situações de estado de
perigo, estado de necessidade ou caso de força maior.
Art. 3º É
permitido o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais por estudantes,
independentemente da etapa de ensino e do local de uso, dentro ou fora da sala
de aula, para os seguintes fins: I - garantir a
acessibilidade; II - garantir a inclusão; III - atender às condições de saúde
dos estudantes; IV - garantir os
direitos fundamentais.
Texto
III
O MEC diz que a
restrição ao uso de celular em escolas não deve ser generalizada a qualquer
custo. A pasta apresentou diretrizes sobre a lei e ressaltou a possibilidade de
adaptação conforme as necessidades e contextos específicos das redes e unidades
de ensino. (...) As escolas devem promover oficinas e encontros que abordem
boas práticas no uso pedagógico da tecnologia, incentivando o planejamento
intencional e a integração responsável dos dispositivos nas atividades
educacionais.
https://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/proibi%C3%A7%C3%A3o-de-celular-em-escolas-n%C3%A3o-deve-ocorrer-a-qualquer-custo-diz-mec/ar-AA1ycLoE?ocid=msedgntp&pc=DCTS&cvid=526ad8b0b90a4120b13ba8cda08c3db3&ei=19.
Acesso em 1 fev.2025. Com ajustes.
COMANDO: A partir das ideias contidas no texto-base, posicione-se,
num ARTIGO DE OPINIÃO, sobre o tema: "Proibição do uso de celular em sala de aula e desenvolvimento integral
dos estudantes”. Escreva de 25 a 30 linhas.
ARTIGO DE OPINIÃO
(ou Artigo opinativo, ou, ainda, Texto de opinião), como o próprio nome
adianta, é um texto em que o autor expõe seu ponto de vista a respeito de algum
tema polêmico. É um gênero textual que se apropria, predominantemente, do tipo
dissertativo. Dá-se o nome de articulista àquele que escreve o Artigo, que é
persuasivo: inserido nos grandes periódicos, é um serviço prestado ao leitor,
com o objetivo de convencê-lo acerca não só da importância do tema ali
enfrentado, como também da relevância do posicionamento do articulista. São
comuns o apelo emotivo, as acusações, o humor, a ironia – tudo baseado em
informações factuais. No artigo, é preciso conjugar as seguintes funções da
linguagem: referencial (informação, na parte introdutória), emotiva
(criticidade, no desenvolvimento) e conativa (apelo/ordem/aconselhamento ao
leitor, na conclusão).
O artigo, geralmente, é escrito na 1ª pessoa do
discurso, leva título e assinatura.
A estrutura do artigo de opinião, ainda que
maleável, procura seguir:
. Introdução, com a
apresentação do tema e da tese a ser defendida;
. Desenvolvimento, com as
argumentações para a defesa da tese e
. Conclusão, com a
reafirmação da tese e, o quanto possível, a provocação do leitor,
encaminhando-o para as próprias reflexões.
ALERTA! Cuidado com as armadilhas da primeira pessoa: não escreva: “eu acho
que”; “na minha opinião”; “no meu modo de pensar” etc., porque essas expressões
são consideradas armadilhas da primeira pessoa.